Fui na facul e não consegui ser atendida. Briguei com o guri por nada!
Almocei pouco e me acabei de comer gordice de noite!
A vida anda difícil... =/
É ruim ter medo de não ser compatível - o que eu sinto, o que ele sente.
É ruim perguntar e a resposta ser: quando eu sinto, eu sei. Eu não tenho problema nenhum em dizer. O problema está em sentir...
Então vc espera q a pessoa diga! Vc olha nos olhos dela! Vc acha que sabe do que ela sente e... Se faz o silêncio mais pesado de todos! Se propaga o vácuo por toda a praça de alimentação.
Mais uma vez está lá, a Aline, esperando que alguém goste dela, do jeito que ela é. No tempo dela. No mínimo era o que ela esperava depois de passar um tempo bom junto a pessoa.
Daí ela pensa: será que vale a pena tudo isso? Será que está certo, mais uma vez, passar por cima dessa incerteza de dar certo com o guri distante e investir num sentimento num guri de perto que não sente como vc?
O guri distante é o guri da platonice. Eu podia jurar que era de platonice. Até começar a parecer recíproco. Até as coisas acontecerem e se mostrarem claramente recíprocas! Mas o guri é distante. De longe mesmo! Longe de lugar. Longe de idade. Longe de experiências. Longe de modo de vida. Longe de tudo mesmo!
<as vezes acho que eu sempre vou encontrar motivos para mantê-lo distante assim>
O problema é que eu sempre o mantenho perto, distante.
Quem garante
Que o que você é
É o que o outro espera de você?
Distante
O que você me diz do que eu sinto
Não sei porque
Quem garante
Que o que você é
É o que o outro espera de você?
Distante
O que você me diz do que eu sinto
Não sei porque
Quem garante
Que seguindo adiante eu possa enfim viver?
Sem me comparar
Sem entristecer
Sem tentar mudar
Sem poder entender
Não dá
Eu vou ter que sair pra poder voltar
Me ver
Me achar
No seu olhar
Pra entender o que é o gostar
Me ver
Me achar
No seu olhar
Pra entender o que é o gostar
Quem garante
Que o que você é
É o que o outro enxerga?
E isso de mantê-lo sempre distante faz com que haja vaga no meu coração.
E fez crescer essa coisa de sentimento pelo guri de perto. E é forte isso que eu sinto por ele. É forte e é bonito mas se n é recíproco... Dói.
O silêncio de ontem doeu como uma punhalada!
Vontade de não estar ali. Vontade de não ter perguntado. Vontade de não querer sentir o que se sente...
Esta cabeça está bem confusa. Cansada de nunca saber do certo, do errado... Cansada de investir num comecinho de sentimento que pode não aparecer. Que pode não crescer. Que pode se transformar em outro como pena, compaixão, dó ou por carência, até fingir que é de gostar, de Amar... mas não. E aí a coisa vai ficando feia.
Já sofri com isso de esperar que aconteça e digo, deu ruim. Me enganei e deu ruim.
Outro ponto que complica é esse de 'pohan, se vc n sente, me libera!' daí o cara vai e fala, acho q sinto. Eu sinto! E vc descasca todo o abacaxi sobre o cara, afinal, ele n sente como vc. Ele n gosta de vc como vc gosta dele então n é de doer nele como dói em vc. E o cara pede pra vc parar pq vc está fazendo doer. Pq ele tem uma confusão de sentimentos. Q é pra vc ter paciência. Q ele precisa ter certeza do que sente pra poder falar... Então quando vc diz q n pode esperar, q n sabe esperar, q n existe isso de manter seu sentimento quietinho pro outro depois vir a sentir também, daí alinhadinhos, fica tudo certo.
E agora, quando ele diz coisas lindas, ele sente a falta dela, quando ele diz que está aprendendo a lidar com um sentimento que sequer identificava direito... ela tem medo de ser pressão demais q botou nele. Ela não quer que ele se engane sobre o que sente. Ela não quer que ele a engane sobre o que sente. É só pra sentir e quando sentir falar. E se não sente, não fala... não faz sentido. Ela tem medo de não acreditar. Ela acredita demais nele. Ela tem dessas manias de acreditar.
Vai tudo ruim. Ela tem medo que piore. Parece que vai piorar.
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