Sabe, eu tentei entrar. Insisti. Ele não deixou. Brigou.
Eu tentei perdoar mas os erros se repetiam fazendo com que eu estacionasse ou pior, andasse para trás.
O processo de melhora, controle da depressão é muito lento. Ele não soube lidar, não soube ajudar, ele terceirizou. E não soube entender que muito também dependia dele.
Se escrevo, se reproduzo, se relembro... não é pra magoar, pra mostrar que não foi esquecido mas porque ainda dói e ainda significa que precisa de mais cuidado.
Então se eu erro em dizer, digo de alguém que errou comigo também. E que sabe que eu digo.
E se agora pareço egoísta é porque de tanto apanhar na vida, chega uma hora que, se a gente não levantar e tentar por outro caminho - por outras pessoas - por outras inspirações e esperanças... A gente vai morrer tentando. =/
Eu não quero morrer tentando.
Fico um pouco triste de pensar que... não quero mais falar com a pessoa e que vai chegar uma hora que vou acostumar e isso não vai fazer falta. Muito louco isso!
Eu não consigo lidar com as pessoas que brincam com as pessoas. E acho absurdo as coisas chegarem a níveis de esquecimento. Tipo, ter que deixar pra lá pra não ter atrito novamente. Não ter dor.
Aprendendo a aceitar esse lance de tratar as pessoas como matéria de escola.
De repente, do nada, daqui a mil anos eu vou lembrar de alguém quase que mediunicamente como lembro, sei lá porquê, a capital da Guiana é Georgetown! rs
PS: Eu achava que era do Suriname. Sabia que era de lá de cima. Quase acertei rs
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